quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

CONTEÚDO ALTERNATIVO

O LIS - Localizador de Informação em Saúde, te direciona também para sites de conteúdos alternativos, como redes sociais. Mostraremos aqui algumas delas.


1 - Cachorro Perdido



É uma rede social destinada a encontrar cães e gatos desaparecidos no Brasil.



2 - Oncologia Veterinária

Página do Facebook em que são oferecidos avaliação e tratamento de cães e gatos diagnosticados com câncer.




3 - Blog "Mãe de Cachorro"

Aborda temas relacionados à comportamento, saúde e bem-estar animal, assim como projeto de castração, adoção e outras curiosidades.




Esta é apenas uma pequena amostra do que pode ser encontrado com o Portal LIS. Lá tem muito mais coisas interessantíssimas esperando por você.

VOCÊ PODE ENCONTRAR...

Aqui mostraremos alguns conteúdos super interessantes que você pode encontrar nas fontes de informação em saúde, sobre as quais falamos em postagens anteriores.

1 - Infográficos sobre os avanços no tratamento do HIV e a queda do número de mortes





Estes infográficos podem ser encontrados no site da World Health Organization, no seguinte link: http://www.who.int/hiv/pub/guidelines/arv2013/download/infographics/en/



2 - Nota técnica sobre o vírus Ebola

Pode ser encontrada no site da BVS, com o seguinte link: http://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/ses-29183
Lá há esse texto completo, assim como muitos outros textos que podem ser encontrados no Portal da BIREME. Este texto encontra-se em português, mas também podem ser encontrados milhares de outros textos em diversas línguas.






COISAS INTERESSANTES...

Nesta postagem, mostraremos algumas das coisas super interessantes e recentes que podem ser encontradas nessas fontes de informação.

1 - Entrevista do Dr. Drauzio Varella com um infectologista, falando sobre o Ebola

A entrevista pode ser encontrada no canal do Dr. Drauzio Varella no Youtube. No canal há um link que direciona para o site, onde podem ser encontradas várias informações além dos vídeos.


2 - Entrevista do Dr. Drauzio Varella com uma reumatologista, falando sobre Lupus

Essa entrevista pode ser encontrada no canal do Dr. Drauzio Varella no Youtube e também no site do Dr. Drauzio, com o seguinte link: http://drauziovarella.com.br/audios-videos/lupus-eritematoso-sistemico-3/


3 - No mesmo site há um vídeo sobre o novo app para smartphones e tablets. Este é um aplicativo de primeiros socorros, que mostra o que fazer em casos de acidentes.






terça-feira, 2 de dezembro de 2014

CONHECENDO FONTES DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE - PARTE 2

Além da BVS, existem muitas outras fontes de informação em ciências da saúde. Mostraremos algumas delas aqui.


PubMed

PubMed é um banco de dados possibilitando a pesquisa bibliográfica em mais de 17 milhões de referências de artigos médicos publicados em cerca de 3.800 revistas científicas.



ABC da Saúde


Portal direcionado ao público em geral que tem por objetivo a informação, divulgação e educação sobre temas de saúde com mais de 750 artigos escritos exclusivamente por mais de 30 especialistas.



Drauzio Varella


O portal Dr. Drauzio Varella disponibiliza artigos, entrevistas, diagnósticos, além de conteúdos multimídias como áudios, vídeos e ferramentas interativas.




OPAS/OMS



A Organização Pan-Americana da Saúde é um organismo internacional de saúde pública com um século de experiência, dedicado a melhorar as condições de saúde dos países das Américas. A Organização exerce um papel fundamental na melhoria de políticas e serviços públicos de saúde, por meio da transferência de tecnologia e da difusão do conhecimento acumulado por meio de experiências produzidas nos Países-Membros, um trabalho de cooperação internacional promovido por técnicos e cientistas vinculados à OPAS/OMS, especializados em epidemiologia, saúde e ambiente, recursos humanos, comunicação, serviços, controle de zoonoses, medicamentos e promoção da saúde.



Campus Virtual de Saúde Pública

Trata-se de uma rede colaborativa que objetiva criar e compartilhar os processos educativos de saúde pública. Congrega países como a Argentina, Brasil, Chile, Cuba, Uruguay, Porto Rico, entre outros latino-americanos. Um espaço comunicacional e de aprendizagem, resultado de cooperação entre a OPAS e os países das américas. Suas ações são orientadas pelos objetivos do Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, a Agenda de Saúde das Américas 2008 – 2017 e as metas regionais de Recursos Humanos para a Saúde 2008 – 2015.





Base HISA

A HISA é uma base de dados que reúne documentos que contam a história da saúde pública nos países da América Latina e do Caribe. Opera com descritores e operadores booleanos, e permite acesso gratuito a documentos completos que abordam o assunto. 





segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

CONHECENDO FONTES DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE...

BVS - Biblioteca Virtual em Saúde


Uma das fontes de informação em ciências da saúde mais importante é a BVS.
A Biblioteca Virtual em Saúde é uma evolução e legado do trabalho cooperativo de mais de 3 décadas para ampliar e fortalecer o fluxo de informação científico-técnica em saúde na América Latina e Caribe sob a liderança da Organização Pan-Americana de Saúde - OPAS, através da Biblioteca Regional de Medicina - BIREME. A base é destinada para profissionais da saúde, acadêmicos, estudantes e pessoas interessadas na área, com foco no desenvolvimento das Ciências da Saúde na América Latina & Caribe (ALC), A ALC é também conhecida como Região. 
Ela reúne centenas de periódicos indexados e milhares de registros de pesquisas na área de saúde.

Acesse: http://www.bireme.br/php/index.php

Na BVS podem ser encontradas algumas fontes secundárias, como:


Portal de evidências


O Portal de Evidências da Biblioteca Virtual de Saúde reúne, organiza e oferece acesso às melhores bases de dados em saúde, organizadas de acordo com os princípios da Medicina Baseada em Evidências, assim como acesso a fontes de informação que esclarecem sobre a metodologia proposta pela MBE.

Considera-se MBE as práticas médicas estritamente baseadas no métido científico. Esse movimento foi criado em 1972 pelo pesquisador britânico Archie Cochrane. No Brasil, o introdutor da MBE foi o professor Dr. Álvaro Nagib Atallah. (wikipedia)

Acesse: http://evidences.bvsalud.org/php/index.php


ePortuguêse


O ePORTUGUÊSe é uma plataforma para auxiliar oo desenvolvimento dos recursos humanos em saúde nos oito países de língua portuguesa (Angola, Brasil, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Moçambique, Timor Leste, Portugal, São Tomé e Príncipe), fortalecendo a cooperação em informação na área da saúde, nos moldes propostos pelo Centro Latino Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (BIREME).
Apoia também a disseminação da Biblioteca Azul em Português, além de facilitar a cooperação entre instituições de saúde e a capacitação da força de trabalho em saúde.



Acessehttp://www.bvs.eportuguese.org/php/index.php


SCAD - Serviço Cooperativo de Acesso a Documentos



Trata-se de uma base de dados que funciona como um serviço de comutação documental a serviço da BIREME. O SCAD é um serviço colaborativo que visa facilitar o acesso a textos completos na área da medicina, respeitando os direitos dos autores dos documentos. É um serviço pago, e pode ser utilizado por usuários individuais do Brasil e unidades de informação da América Latina e do Caribe.
Participam do SCAD mais de 1560 bibliotecas em território brasileiro, mais 1240 em países da América Latina e do Caribe. Sua história se inicia junto com a da própria BIREME.

Acesse: http://scad.bvs.br/php/index.php


Portal LIS


O Portal LIS é um localizador de informação em saúde. Seu diferencial em relação aos outros é o fato de se utilizar não só de bibliotecas virtuais ou bases de dados especializadas, mas também de blogs e redes sociais.
Também faz parte das bases de dados parceiras da BVS, e recupera uma grande gama de tipologias documentais, desde imagens até gráficos, passando por mapas epidemiológicos. Também permite acesso a obras de referência, como vocabulários controlados e dicionários na área da saúde.

Acesse: http://bvsalud.org/portal-lis/


domingo, 30 de novembro de 2014

FONTES DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE


PARA QUE SERVEM?

É necessário que se capacite os profissionais da saúde e os usuários com bons métodos de recuperação para acessar e utilizar as bases de conhecimento e pesquisa em ciências da saúde. Essas bases são muito importantes, pois, elas possibilitam ao profissional obter maior conhecimento da área, podendo assim atender melhor a população e realizar pesquisas que irão fazer a área avançar, de modo a acarretar enormes benefícios para a sociedade. Mas não é só isso. Essas fontes de informação também servem podem servir muito bem à população em geral, uma vez que ao informar as pessoas comuns, pode haver grandes mudanças nos quadros de saúde pública, pois as pessoas saberão mais sobre doenças e poderão se prevenir contra elas.

O QUE HÁ NESSAS FONTES?

Nessas fontes há diferentes tipos de materiais organizados, resultados de pesquisas feitas na área de saúde. Podem ser encontrados diversos estudos clínicos, publicados em diferentes periódicos ou bases de dados eletrônicas; artigos originais e muito mais.
Por meio deles é possível conhecer determinado problema, saber como se originou, como se desenvolveu e qual a realidade atual. Há muitas informações recentes, sendo possível comparar os diferentes estudos, de modo a analisá-los criticamente e identificar corretamente um problema, para realizar a tomada de uma decisão na prática médica.


Nas próximas postagens falaremos um pouquinho sobre algumas dessas fontes de saúde e disponibilizaremos os links das respectivas fontes para todos que desejarem consultá-las e as conhecerem melhor.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

T.I VERDE


T.I Verde é a expressão usada no setor de tecnologia para incorporar a preocupação com os impactos(positivos e negativos) da tecnologia para o meio ambiente, sendo que, as principais áreas e focos são:
  • Computação com uso eficiente de energia;
  • Gerenciamento de energia;
  • Projetos de Data Centers Verdes;
  • Virtualização de servidores;
  • Descarte responsável e reciclagem;
  • Utilização de fontes de energia renováveis;
  • Produtos de T.I com selos ecológicos 
Na T.I Verde nota-se que a maior preocupação é com a economia de energia, isso porque, o maior problema dos computadores é que eles consomem uma grande quantidade de energia elétrica na sua produção, sua utilização e descarte. Também, uma grande preocupação é o fato deles produzirem muito CO2, que é lançado na atmosfera, causando poluição. Eles já são responsáveis por 2% da emissão de CO2 e calcula-se que , se nada for feito, essa emissão crescerá cerca de 10% ao ano nos próximos anos. Isso seria um grande desastre para o planeta.
Outro grande problema é o lixo eletrônico, causado pela obsolescência programada. A obsolescência programada atende aos interesses dos grandes empresários, produtores de computadores. É por causa dela que as pessoas estão sempre trocando seus computadores e descartando o velho, porque não serve mais, está obsoleto. Os fabricantes de software trabalham junto com os de hardware nesse sentido, para que o novo software "maravilhoso" só funcione com os novos hardwares. Assim, os grandes empresários saem lucrando e quem perde é o consumidor, por comprar aquilo que não precisaria e, mais ainda, o meio ambiente, por ser destruído pelos componentes nocivos presentes nos computadores.




Em que a T.I verde pode ajudar na atualidade?
  • Redução da emissão de CO2 em 18% ;
  • Redução de custos em 24%;
  • Melhoria na performace dos sistemas em 18%;
  • Redução de espaço em 15%;
  • Redução do consumo de energia em 25%
A primeira vista, parece não significar muito, mas se analisarmos bem, podemos ver que já causa um grande impacto positivo e, no futuro muito mais pode ser feito, se começarmos desde já a nos atentarmos para este tema. 

Algumas soluções que podem ser adotadas são:
  • Computação em núvem;
  • Grid computacional (supercomputadores para computação de alto desempenho);
  • Virtualização (recriação de ambientes de usuário final em um único meinframe);
  • Redução de espaço físico, melhorando o desempenho dos  recursos de refrigeração dos computadores.
 Para aqueles que ficarão curiosos sobre o tema e têm interesse em dar a sua contribuição para o meio ambiente por meio da T.I Verde, aqui vai uma matéria muito interessante que encontrei no site http://itweb.com.br.

Três passos para implementar uma rede de TI Verde

Entender o consumo dos equipamentos por parte dos colaboradores e criar um mapa de rede que atenda a essas necessidades é processo padrão para otimizar gastos
Não é somente o descate de lixo eletrônico que pode ajudar as corporações a terem sua T.I mais adequada ao movimento verde. No momento em que se desenha uma infraestrutura de redes é possível aplicar metodologias para reduzir o consumo de energia e otimizar o uso de hardware, explicou Marcelo Ehalt, diretor de engenharia da Cisco, em entrevista ao IT Web.

“Infraestrutura verde é muito mais do que equipamentos. É todo um conceito”, introduziu.
Segundo o executivo, os próprios fabricantes já produzem equipamentos que consomem menos eleltricidade. Um switch, por exemplo, consome hoje oito vezes menos energia do que há cerca  de dez anos para entregar a mesma carga de 1 giga de conexão, por exemplo. Firewalls tiveram um ganho de dez vezes na mesma comparação, contou, alertando que estas marcas não são exclusivas da Cisco, mas também de concorrentes.“Eu diria que a tecnologia verde está sempre evoluindo”, ponderou Ehalt.
Para criar um ambiente com gasto mais consciente, o primeiro passo é entender, exatamente, o funcionamento dos equipamentos. “O conselho é sempre questionar ao cliente o que ele pretende fazer e qual a sua necessidade. A partir de então, consegue comparar diferentes fornecedores no mercado”, considerou.
  1. Identificar: é preciso ter um monitoramento de consumo da rede. Qual o acesso Wi-Fi, consumo de desktop, de sistemas de automação, de utilização de luzes, entre outros. É preciso entender como se gasta energia e se utilizam os recursos do data center, desde o consumo básico do computador até os programas de automação que permeiam a empresa
  2. Mapear: com base nessas informações, é preciso fazer um mapeamento do projeto de rede verde, personalizando acessos e oferta de insumos de acordo com o consumo de cada colaborador. “Neste ponto entra a gestão humana: se eu trabalho em uma empresa e costumo passar o crachá determinado horário para começar o dia, um sistema de automação pode já tirar os aparelhos de minha sala do stand by, por exemplo, evitando que no tempo que estive fora do escritório haja consumo desnecessário de energia”, contou, alertando que o software oferido pela empresa, o Energy Wise, permite, por exemplo, que os equipamentos dos colaboradores sejam desligados assim que eles saírem do prédio, mediante identificação por crachá.
  3. Otimizar entrega: é preciso ainda acompanhar o dia a dia dos colaboradores para readequar as estratégias de consumo de energia. “O comportamento dos profissionais muda, é um ciclo constante.”
A tecnologia de cloud computing acaba por reduzir o consumo de energia da companhia. Levando em consideração que a ociosidade dos servidores está em torno de 90%, já que eles estão preparados para momentos de pico de uso, a terceirização do ambiente faz com que o uso de energia caia praticamente na mesma proporção.